Sistema de Saúde Português
congresso
Auditórios
Hospitais da Universidade de Coimbra
26 e 27 de Março de 2009
www.30anosSNS.org

                                  
Junho 27, 2017  English (United States) Português (Portugal)
    Entrar 
PROGRAMAFusoes   Pesquisar

José Luis Bedini.
Director Operativo do Laboratorio Core do Hospital Clínic. Barcelona Espanha Especialista em Bioquímica Clínica.
Master em Gestão e Direcção de Laboratorios Clínicos pela Universidade Autónoma de Barcelona, ano de 1997.
Master em Gestão Hospitalar e Serviços Sanitários pela Universidade de Barcelona.
Membro da Comissão de Gestão da Sociedade Espanhola de Bioquímica Clínica e Genética Molecular (SEQC).
Membro da Comissão de Instrumentação e Sistemas Analíticos da Sociedade Espanhola de Bioquímica Clínica e Genética Molecular (SEQC).
Vice-presidente da Sociedade Espanhola de Direcção e Gestão dos Laboratórios Clínicos (SEDIGLAC).

 

 

 

  

 

Dia 26 Março 2009 das 17h00 às 18h00, na Sala de Reuniões

     
      

São verdadeiras as economias de escala?
A concentração e fusão de serviços, tanto clínicos como de apoio, tem estado na ordem do dia. É uma tendência crescente, nas mais diversas organizações. É verdade no sector público, com a constituição dos centros hospitalares e das unidades locais de saúde, com a extinção das subregiões de saúde, os agrupamentos de centros de saúde. É verdade no sector privado, com a aquisição e concentração nos sectores laboratoriais, com a aquisição de pequenas clínicas e unidades cirúrgicas por grupos maiores.
Porquê?
Onde está a vantagem? São verdadeiras as economias de escala? Quais são os ganhos e quais são as percas?
A qualidade é afectada ou dispõe de condições para melhorar? Os processos são alterados
E a proximidade, sofre alguma coisa com a concentração? E os recursos humanos, que beneficiam?
Estaremos perante uma verdadeira reengenharia dos processos produtivos?
Se no sector privado a tendência parece ser conduzida pelas condições do mercado, o que a conduz no sector público?

      

 

     
              

PROGRAMA
MESA REDONDA 
o Hospital Cliníc de Barcelona em discussão


CONVIDADOS entre muitos outros de todo o país:
José Luis BEDINI | Hospital Clinic de Barcelona | Germano Sousa |  
Patologista Clínico | Melo Cristino | Director do Patologia Clínica CHLN | Rosa Maria Barros | Director do Patologia Clínica CHLC | Teresa Vaz | Director do Patologia Clínica Hospital de Portimão | Luis Marinho | Patologia Clínica Hospital de São Sebastião |

      
     

 

No ano de 2000, o Hospital Clínic de Barcelona no âmbito de um projecto de reengenharia de todos os processos hospitalares, decidiu criar um Laboratório Core, baseado numa solução de automatização total. Este laboratório revelou-se pioneiro de uma tendência que, desde então, tem vindo a ser seguida por inúmeros laboratórios em todo o Mundo.
No Laboratório foi instalado um sistema LabCell da Bayer Diagnostics (actualmente Siemens HealthCare Diagnostics), que cumpriu um período de montagem e validação analítica de cerca de 3 meses, findo o qual iniciou o seu funcionamento e a produção resultados clínicos.

O CoreLab do Hospital Clinic foi a primeira instalação a nível mundial que permitiu ligar, num único sistema automatizado, a gestão das amostras, analisadores de bioquímica, hematologia, coagulação, imunoensaio e processos pré-analíticos como a centrifugação e a descapsulação.
Actualmente o Laboratório processa mais de 3.500 amostras diariamente, num total de cerca de 900.000 em cada ano. Em 2008, a actividade situou-se em mais de 5.450.000 análises, o que significa mais de 90% de toda a actividade de diagnóstico do Hospital.
O impacto do Laboratório Core em toda a organização e gestão económica foi muito importante. Dado que o LabCell utiliza apenas um único tubo de soro para todas as provas realizadas nos equipamentos ligados ao sistema, foi possível reduzir o número de tubos primários utilizados em mais de 700 diariamente. Tal facto significou poupanças de 295.000€ a 8 anos só em tubos.
A eficácia e consolidação do sistema possibilitou deslocar 9 técnicos da área da rotina, onde foi instalado o LabCell, para laboratórios de especialidade e de investigação. Tal facto perrmitiu não só um importante ganho económico de cerca de 2 milhões de euros em 8 anos, como também uma considerável redução nos custos das análises.
A criação do Laboratório Core permitiu ainda melhorar aspectos de organização e qualidade, o que foi reflectido, por exemplo, numa melhoria substancial dos tempos de resposta e na implementação do sistema de certificação ISO 9001-2008.

 

          Patrocinadores