Sistema de Saúde Português
congresso
Auditórios
Hospitais da Universidade de Coimbra
26 e 27 de Março de 2009
www.30anosSNS.org

                                  
Junho 27, 2017  English (United States) Português (Portugal)
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Convencões
Armando Santos
Presidente da FNS Federação Nacional dos Prestadores de Serviços de Saúde
Estudo de Percepção de Qualidade
Henrique Lopes
Professor Investigador do CEA Centro de Estudos Aplicados da Universidade Católica
Questões

Dia 26 Março 2009, das 13h00, às 14h00, no Grande Auditório

     
      

"... Dez anos volvidos, é necessário definir um novo modelo de convenções, que permita, com respeito pelos princípios da complementaridade, da liberdade de escolha, da transparência, da igualdade e da concorrência, a efectiva prestação de serviços de saúde, por entidadespúblicas e privadas, aos beneficiários do Serviço Nacional de Saúde (SNS).."

Este é um dos preambulos da revisão do regime de convenções, apresentado para discussão pública em 2008. Através do regime de convenção é assegurada uma parcela importantíssíma da prestação de serviços de saúde do SNS, realizada por empresas privadas com tecnologia avançada e com uma ampla cobertura geográfica de proximidade, sendo certo que, segundo a Federação dos Prestadores, mais de 90% da produção  do SNS em meios complementares de diagnóstico e terapêutica em ambulatório é asseguras pelas unidades convencionadas.
Todos concordam que é necessário rever o que está estabelecido: as regras, as definições, o enquadramento, os preços.... O que ninguém entende é porque é que o acesso ao regime de convenções permanece inexplicavelmente vedado a novos agentes.
Qual vai ser o futuro deste importante sector, com um peso económico de mais 700 milhões de euros no âmbito do SNS?  E num contexto de revisão do enquadramento legal, e de fortíssimas restrições económicas, como se vão processar as inevitáveis transformações?
Armando Santos, da FNS Federação Nacional dos Prestadores de Serviços de Saúde vai apresentar as perspectivas que se desenham para o futuro próximo, os os desafios que as empresas de diagnóstico por imagem, de análises clínicas, de diálise, de medicina física e reabilitação, de cardiologia, entre outras, enfrentam.

E se há desacordos e dúvidas, um ponto não deixa interrogações. O futuro passa pela qualidade!
Isso demonstrará Henrique Lopes, do CEAUC Centro de Estudos  Aplicados da Universidade Católica.  Apresentará as conclusões impressionantes do estudo realizado por aquele centro científico, à percepção de qualidade dos utentes das empresas de diagnóstico por imagem, congregadas na ANAUDI Associação Nacional das Unidades de Diagnóstico por Imagem.

     
     

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